sexta-feira, 22 de julho de 2011

A Ovelha Muda Decidiu Falar (por Estratagema de Deus)



Eu recebi a unção do riso ...
Depois de ver tanta palhaçada
Eu me inspirei pro improviso
Mas com a alma amargurada
Lágrimas que me correm a face vão molhar o papiro
A pena dança no tecido inspirada em que eu admiro

Deus veio de novo e escreveu outra vez
Na tábua do meu coração que hoje eu conto a vocês
Não pense que é ódio, raiva, vingança ou acusação
Peço a vocês que me ajudem a salvar os seus próprios irmãos
Nossas Igrejas agora fazem até lugar para os Vips
São impulsos de fariseus em máquinas de caça níqueis

Nossos altares fazem propaganda para os corruptos
Nossos profetas são maltratados e os políticos sobem aos púlpitos
Trocamos nossos votos por areia, pedra e cimento
"Ele é um homem de Deus", ouvimos esse argumento
É um covil de salteadores em um ninho de raposas
E andam mais maquiados que suas próprias esposas

Dente de ouro, perfume do céu, água orada, lenço ungido, óleo de Israel
Toalha sagrada, paletó de fogo, Gabriel
Bandeja dourada, sal grosso e pedra de Betel que é para arrumar namorada?
Cada tese engraçada, para enganar crente bobo
Hip-hop é do Diabo! Forró, corinho de fogo

Veja os lírios dos campos não trabalham, não tecem e nem fiam
Mas se fortalecem porque crescem sabendo em quem confiam
Eles analisam suas emoções no binóculo
Mas o que eles querem são seus cifrões. É o foco!
Só na nossa igreja tem milagres! Oh o rótulo, não entregue o que é santo
E nem dei pérolas aos porcos!

Se dizem super-homens e tem gente que acredita
Mas a verdade para eles é como criptonita
O que eles querem é que vocês os financiem
Ou que critiquem os meus raps para que ninguém os denunciem

O conteúdo das minhas rimas, verdade, denuncia para pararem de financiar
Os que criaram essa bagunça
Tentaram me parar, tramaram pra ofuscar meu brilho
Mas eu sou luz! E luz nunca se ofusca meu filho.

A ovelha muda decidiu falar
Não adianta tentar calar
Se é verdade então que seja
Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz as igrejas

Esqueceram do como é bom ser rico de saúde
Esqueceram do como é bom ser rico de amor
Esqueceram do como é bom ser rico de virtude
Esqueceram do como é bom ter a paz do Senhor!

Já não sabem mais como é bom terem em quem confiar
Esqueceram do como é bom ter um verdadeiro amigo
Já não sabem mais como é bom esperar Jesus no altar
Esqueceram do como é bom saber que ele ja está contigo

Profetas para entregar profecia ou ler a expressão da tua face
Língua estranha, sapateado que para maquiar o disfarce
Estudam suas emoções para ver se o óbvio nasce
Não compreendem o que é amor ainda que eu falasse

A língua dos anjos e do homem, sincero e verdadeiro
E pela liberdade de jamais me vender por dinheiro.
Mas se você discordar deles, se prepare para as maldades
Porque eles não agüentam profetas que falam a verdade!
Eu creio em Deus, falo com ele todo dia e sinto
Mas sei que em nosso meio esse sentimento está extinto.

Veja os cantores gospel, botam o fogo de Deus num pois
Pra ver se os pastores os mandam contratar depois.
É pó de arroz pra todo lado, holofote, terno importado
Pro sacerdote em pecado mais um pastor maquiado, querem camarote, cuidado!
Dê uma cotovelada no irmão que está do lado
Levante a mão e recebe se queres ser abençoado.
Mas pra mim não, Obrigado!

O único evangelho importado que eu recebo
É da ovelha muda que diz, " Está consumado "
Fala que não é verdade que você testifica comigo
Que o espírito não se movimenta ai dentro quando você ouve o que eu digo.
Que não é resposta de Deus a alguma oração que você fez
Ou que não te arde o coração ouvir o evangelho com intrepidez

Magnatas da fé promovem shows espirituais
Levitas caçadores de Deus em busca de bens materiais!
Cruzadas sem cruz, sem evangelho, sem vida!
Pastores "Indiana Jones" a procura da arca perdida!
Muitos fazem 4, 5 ou 6 anos de teologia
Para aprender como vão ganhar dinheiro com o capítulo 3 de Malaquias!

Vai lá, pega o dinheiro do fiel e festeja!
Judas também traiu Jesus comprado com o dinheiro da igreja
Eles pregam que quem não dá o dizimo é ladrão?
Mas e os que roubam os que dão dizimo, o que eles são?
De fato é verdade, se é que você me entende
Nos dias de hoje Jesus liberta e a igreja prende!

E se um dia eu tiver sede eu sei que me darão vinagre!
A ovelha muda decidiu falar e foi Deus é que fez o milagre!
A ovelha muda decidiu falar

WALL-E – Um Robô com Princípios Bíblicos?



WALL-E (wáli) é o nome do novo filme da PIXAR – aquela empresa que o Steve Jobs comprou e reformulou, enquanto estava de “férias” da Apple, e que lhe gerou mais alguns milhões ao ser absorvida pelos Estúdios Disney (comprada por 10 milhões de dólares, à Lucas Films, foi vendida por 7,4 bilhões, e ele permaneceu como acionista principal!). WALL-E, lançado em 2008, já está fazendo grande sucesso, como fizeram as animações anteriores, que criaram escola, tais como Toy Story (1995, 1999), A Bug’s Life (Vida de Inseto) (1998), Os Incríveis (2004) e várias outras. Andrew Stanton, o diretor-escritor deste filme, declara-se um cristão.


O nome, não somente do filme, mas do ator principal – o robozinho, é na realidade: WALL•E, a sigla para Waste Allocation Load Lifter Earth-Class (que seria traduzível, aproximadamente, para: Organizador e Empilhador de Lixo – Classe Terra). Num futuro remoto, há 900 anos, a terra foi destruída pelo consumismo e lixo produzido pelos humanos. As pessoas navegam, no espaço, em uma gigantesca espaçonave. No planeta ficaram robôs projetados para compactar e empilhar o lixo, mas, aparentemente, eles vão parando até que resta apenas WALL-E, que trabalha ávida e criativamente na tarefa. Sua intensa rotina de trabalho é alegrada por quinquilharias coletadas e levadas para o seu lar – um container de aço, onde uma velha tela aumentada de um I-Pod, toca diariamente trechos do musical “Hello, Dolly!”, um antigo musical de 1969. Sua solidão é quebrada com a chegada, do espaço, de um robô ultra-moderno, EVE (Eva), com uma missão ultra-secreta.


Fora a competência técnica da quase-perfeita animação, WALL-E, aparentemente, seria apenas mais um filme sobre a rebatida questão ecológica, onde os humanos destroem o seu habitat proporcionando uma mensagem politicamente correta para crianças e adultos. E quem poderia ser contra uma mensagem ecológica?


Os cristãos deveriam ser os primeiros a cuidar bem da Terra – afinal temos a convicção do que “Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam” (Salmo 24.1). O Universo, e mais especificamente o nosso planeta devem receber nossos cuidados. Deus nos delegou (Gn 1.28) o domínio sobre a criação. Sujeitar e dominar a terra não significa exauri-la ou explorá-la completamente, mas penetrando nas ciências e áreas de conhecimento, utilizar o chão, flora e fauna, com propriedade, para o benefício da raça humana. A Terra é, portanto o lar que Deus nos preparou. Somos mordomos de uma criação harmônica que glorifica a Deus (Sl 19). O Povo de Deus é instruído a cuidar da Terra – pois ela nem é dele nem é autônoma – e os princípios agrônomos de descanso à terra (rotatividade das colheitas) está entrelaçado à Lei Cerimonial e Judicial do antigo Testamento.


Confesso, entretanto, que não tenho muito entusiasmo com discursos ecológicos. Talvez isso ocorra porque a maioria de tais palestras, artigos ou livros procuram pintar, injustamente, os cristãos, e seus valores, como predadores do planeta. Enquanto isso os orientais e sua religiosidade são colocados como modelos de preservação ambiental; os índios são utopicamente retratados como aqueles que vivem em paz com a natureza; e por aí vai. Essas alegações não subsistem o mínimo escrutínio ou verificação “in loco”, como prova a poluição intensa da China. Violência ambiental ocorre por puro desprezo a diretrizes divinas; por profundo egoísmo – condenado na Bíblia; por religiosidade inconseqüente e louca – como a encontrada na Índia, com seu defunto e mal-cheiroso, mas religiosamente sagrado, Rio Ganges.


É possível que minha rejeição tenha sido provocada por over-dose de projetos pedagógicos ambientais; anos ecológicos da UNESCO; pronunciamentos em encontros de professores de Autoridades Ecológicas; e tantas outras atividades educacionais às quais tive de presenciar e comparecer, enquanto estive mais proximamente ligado à área de Educação Básica. Essas questões dominam com tal intensidade o conteúdo das escolas, que as nossas crianças já recebem pré-definida a sua prioridade de vida: salvar o planeta – acima de suas obrigações para com Deus, pais, nação, o próximo e até para consigo mesmas.


Ou talvez a ojeriza provenha de uma recusa de aceitar as pílulas ecológicas prontas a serem deglutidas, preparadas pela mídia e pela agenda do Governo; por ministras mártires, ou por bombásticos sucessores de coletes – que não são salva-vidas. Enfim, perante esses estereótipos, os assuntos debatidos ad-nauseam, e a multidão de eco-chatos, tornei-me um deles, no sentido inverso. Falou de ecologia – já estou vacinado, desconfiado e com um pé atrás – tenho mais a fazer (para a preservação do planeta e das baleias, também)...


Era necessário surgir WALL-E para me motivar a sentar durante duas horas por sua saga ambiental e sair da experiência não somente satisfeito e entretido, com as paradoxais expressões e sentimentos demonstrados pelo maltratado robô, mas ponderando sobre as questões e valores levantados pelo filme. Ele é uma forte crítica social ao estágio de letargia, descaso e hedonismo que caracteriza os humanos, não somente os do filme (que aparecerão mais tarde), mas também os de nossa geração.


A primeira coisa que me chama a atenção é o empenho colocado por WALL-E no trabalho, no desempenho de sua missão. É lógico que foi programado para isso, mas no transcorrer do filme o contraste com a preguiça e descuido das pessoas ficará bem evidente. WALL-E tem foco, tem responsabilidade, desempenha o que lhe foi confiado e, os acontecimentos terminam motivando as pessoas a reexaminarem as suas vidas, posturas e prioridades. Apesar de sua seriedade no trabalho, WALL-E não é só isso – ele procura as coisas bonitas ou que entretêm e consegue ser despertado para o lado artístico, criativo e sentimental, que igualmente foram descartados pela humanidade.


WALL-E não está exatamente solitário na Terra. Uma simpática baratinha (as mulheres acharão que isso é uma contradição de termos...) o acompanha em todos os seus passos (ou, já que esse robô não tem pernas, nas voltas de sua esteira). Nessa Terra pós-catástrofe o filme dá guarida à tese, já bastante repetida, que, no advento de um holocausto global “as baratas herdarão a terra” (aparentemente há um tênue respaldo científico para essa suposta resistência das baratas, existindo registros de que elas sobreviveram o bombardeio atômico de Hiroshima e Nagasaki; testes posteriores revelaram que elas suportam 10 vezes mais radiação do que o ser humano – apesar de continuarem impotentes perante o solado de sapato de minha esposa).


Mas a sua solidão é, realmente, quebrada, quando EVE, uma robô de última geração, coletora de alguma coisa, é deixada na terra. Segue-se uma singela história de aproximação e de amor entre WALL-E e EVE. Sem qualquer palavra ou diálogo durante quase metade do filme, podemos testemunhar não somente a timidez de WALL-E, mas pudor, recato – valores que estão muito ausentes de nossas crianças e de nossas famílias. A estranha história de amor dos dois, muito ensina sobre altruísmo, proteção da amada, compartilhamento de belezas e interesses – todos valores cristãos bem registrados por Paulo em 1 Co 13.


Sem diálogos e apenas com a expressão dos olhares, vamos sendo envolvidos na história do robozinho feioso, que “pega”, após recarregar as baterias, com som harmônico do computador MacIntosh, e da robozinha, com aparência de I-Pod, até o contato cheio de aventuras com a nave de humanos que já órbita a Terra há muitos anos, esperando tempos melhores para retornar ao planeta.


O contato não somente dos robôs, mas do espectador, com os humanos revelará uma humanidade totalmente destruída em seu élan. A crítica social é clara e pertinente: o consumismo não somente dominou a todos, mas uniformizou a humanidade em uma massa amorfa, com todos acima do peso; quase sem movimentação própria; ligados 100% na televisão. Nessa sociedade fechada da “arca”, os humanos são tão introvertidos e preocupados em ser servidos, que o contato social com os semelhantes foi praticamente obliterado. Não falta conforto, mas ao mesmo tempo, a essência do viver bem foi reduzida a quase nada. A perspectiva de uma volta ao planeta, para retrabalhá-lo, recolonizá-lo, se os desafios para chegarem a esse ponto forem vencidos, significará muito trabalho e um novo estilo de vida a ser adotado. Estarão dispostos a isso? Assista ao filme e não se surpreenda se os humanos do filme se pareçam com você, grudado à poltrona do cinema ou de sua casa!


No final, WALL-E deixa um balanço positivo, além da admirável técnica de vanguarda em entreter, mesmo que siga a trilha Holywoodiana de tratar as questões ignorando a existência de Deus. O filme fornece campo para muitas discussões proveitosas (e não apenas na área de ecologia). Valores bíblicos relacionados com a filosofia do trabalho; com o valor da família; com amor e desvelo – estão presentes em várias ocasiões. “Há esperança, no meio do caos,” é a mensagem – e temos oportunidade de mostrar e reafirmar qual é a verdadeira esperança da humanidade e em quem confiam os cristãos. A busca do WALL-E por companhia, pode nos levar a discussão sobre o perigo e a dor da solidão.


WALL-E celebra as virtudes de moderação e auto-controle no mercantilismo exacerbado de nossos dias – demonstrando as conseqüências da ausência de limites e o perigo de sermos consumidos pelo consumo. Preste atenção, igualmente, ao término do filme, na animação que acompanha os “créditos”, onde temos um tributo às artes, ao trabalho e ao cultivo. WALL-E é, portanto, mais do que uma parábola ecológica, é uma crônica de resgate de valores que não podem ser esquecidos por nossa sociedade, sob pena de pagarmos pesados pedágios. É um lembrete sobre os perigos do individualismo e do egoísmo.

De Quem é a Culpa?

Esse negócio de colocar culpa em alguém ou em algo vem de longas datas. Desde os primórdios da criação humana nos deparamos com essa "des-culpa" (o prefixo aqui está no sentido de negação, ou seja "não culpa").  Vamos ver o que a Bíblia tem a relatar sobre este comportamento?

"Mas o Senhor Deus chamou o homem, perguntando: ʻOnde está você?ʼ. E ele respondeu: ʻOuvi teus passos no jardim e fiquei com medo porque estava nu; por isso me escondiʼ. E Deus perguntou: ʻQuem lhe disse que você estava nu? Você comeu do fruto da árvore da qual lhe proibi comer?ʼ Disse o homem: ʻA mulher que me deste por companheira que me deu o fruto da árvore e eu comi.ʼ O Senhor Deus então perguntou à mulher: ʻQue foi que você fez?ʼ. Respondeu a mulher: ʻA serpente me enganou e eu comi.ʼ" (Gênesis 3. 9-13).


Se observarmos, ninguém assumiu a responsabilidade de suas decisões e atitudes. Adão por sinal (e por tabela), ainda culpou Deus, pois Ele quem deu Eva por companheira! Quantos de nós já fizemos (ou ainda fazemos) o mesmo em relação a Deus não é verdade?


Em se tratando de realizar a obra de Deus, percebemos que para justificar nossas negligências e comodismos bem como o fato de não querermos assumir compromissos, colocamos a culpa nas lideranças da igreja, nos pregadores, no sistema, na falta de recursos, de oportunidade e de tempo e vários outros motivos que nos eximem de qualquer responsabilidade. A verdade é dura, mas precisamos ouvi-la: "A CULPA É EXCLUSIVAMENTE MINHA!". Isso nos deixa "nus" na presença de Deus; ficamos com medo, vergonha. Essa responsabilidade pesa em nossos ombros.


Mudar essa perspectiva adâmica dói, mas para crescermos como pessoas e servos do Senhor, é preciso assumir nossos atos e, acima de tudo, querer mudar. Mas a mudança é um processo e quando conseguimos exercitá-la, compreendemos melhor o propósito de Deus em nossas vidas. Portanto queridos, lutemos contra esse mal que assola o meio cristão. O que Deus espera de nós é ATITUDE! "Cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus." (Romanos 14.12)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Gestão De Conflitos

É certo que onde há pessoas reunidas com os mesmos interesses e propósitos, independentemente das condições ou preposições de cada uma, haverá a existência de conflitos.

Nas empresas não é diferente. Todo ser humano, mesmo que inconscientemente, em algum momento se vê em conflito consigo mesmo. Se colocarmos esses embates sob uma ótica positiva no dia-a-dia profissional, poderemos afirmar que discussões saudáveis promovem a troca de conhecimentos e contribuem para a homogeneização da equipe e melhoria do clima organizacional. Porém, quando as situações de conflito ocasionam antipatia e afronta recíprocas entre os envolvidos, o ambiente empresarial fica comprometido.

A gestão de pessoas é uma arte. Envolve entre outros fatores, práticas e processos que buscam minimizar conflitos entre os membros de uma organização. Para que exista uma evolução no ambiente corporativo, as empresas devem disseminar as características comportamentais esperadas pelos seus profissionais. Podemos citar algumas delas, como: comunicar-se de forma direta, clara e objetiva; saber escutar; discutir idéias, mas respeitar a opinião das partes envolvidas; utilizar a intuição e o auto-conhecimento para expor da melhor forma seus pensamentos; transmitir credibilidade no momento da argumentação; e persuadir pelo convencimento.

Os conflitos são importantes e essenciais para o crescimento de todos e da empresa. A expectativa é quanto à solução. Por exemplo, quando um cliente entra em contato com a empresa ele quer que o profissional resolva o seu problema. O fato pode demonstrar se a empresa é competente ou não. A empresa saudável é aquela que prioriza de forma inteligente o cliente interno. Isto é, o ambiente interno saudável vai espelhar o bom atendimento ao cliente externo.

É impossível imaginar que existe uma empresa sem conflitos, até porque somos seres humanos e temos uma história milenar que influencia o nosso inconsciente coletivo e individual. Necessitamos do conflito para sobreviver, provar nossas competências, elevar a auto-estima e sermos respeitados como indivíduos que se relacionam com a sociedade.

Patrícia Regina é pedagoga, especialista em RH pela FMU - Faculdades Metropolitanas Unidas - e atua na área de Fator Humano da Trevisan Outsourcing, Consultoria e Educação.

Fonte:
http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=x3era4lbt